"Estudar, Praticar e Difundir Agroecologia"
quarta-feira, 27 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
PRÓXIMA REUNIÃO
Na próxima 4a feira o GAE não se reunirá, pois estará em atividade de formação e intervivência junto ao agricultor Zé Ferreira- Sertão do Taquari.
PRÓXIMA REUNIÃO 28/04- 19h30m na sala do GAE.
=)
PRÓXIMA REUNIÃO 28/04- 19h30m na sala do GAE.
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Abril será o mês de lançamento nacional da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida. Para tanto, estão previstos em muitos estados atividades durante esta semana. Debates, atos, audiências públicas, seminários, e agitação e propaganda com sociedade serão realizados com o objetivo de conscientizar a população sobre os danos causados pelo uso de venenos.
A Campanha estará no Ato do Fórum Estadual de Saúde, dia 07/04 às 11h, em frente à ABI. No dia 14/04, será realizado um grande ato pela Reforma Agrária e Contra os Agrotóxicos, em frente à ALERJ, às 12 h.
Será muito importante a presença de cada militante e entidades nestas atividades. Estamos convocados neste momento a lutar por um outro modelo de produção e pelo direito a alimentação saudável.
Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil foi considerado campeão mundial em consumo de agrotóxicos. Além de gerar sérios impactos ambientais, como a poluição da água e do solo, o uso de agrotóxicos tem levado a um número cada vez maior de intoxicações, tanto por exposição ao material químico quanto por ingestão de alimentos contaminados.
Estudos recentes feitos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 26 estados do país identificaram cerca de 20 culturas com alto índice de resíduos de agrotóxicos, como o pimentão, uva, morango, pepino, couve, alface, abacaxi e mamão. Contudo, os plantios ligados ao agronegócio continuam sendo os principais responsáveis pelo alto consumo de agrotóxicos no país. Somente a cultura da soja, por exemplo, é responsável por 51% do volume de agrotóxicos comercializados no Brasil.
Além de denunciar os problemas causados pelo uso dos agrotóxicos, a campanha tem o objetivo de fortalecer a agricultura camponesa como modelo de produção no campo brasileiro, garantindo a produção de alimentos saudáveis e a soberania alimentar da população.
Segundo dados do IBGE, cerca de 40% da população brasileira (72 milhões de pessoas, aproximadamente) encontra-se em situação de insegurança alimentar. Para Sérgio Conti, do MPA, é preciso colocar a vida no centro do debate sobre a produção de alimentos e desenvolvimento no campo. “Atualmente, o padrão de produção e de consumo de alimentos é ditado pelas grandes empresas do agronegócio, que detêm o controle sobre a terra e sobre a produção. Para manter o ritmo de produção industrial e gerar cada vez mais lucro, o agronegócio incentiva o uso extremo de agrovenenos e a destruição ambiental. Nosso papel é colocar o a vida como elemento central da produção no campo, não o lucro. Para isso, precisamos superar o modelo do agronegócio, que prioriza o plantio de grandes monocultivos destinados a exportação, como a soja, a cana e o eucalipto. Esse é o nosso desafio”.
A luta contra os agrotóxicos depende da articulação de vários setores da sociedade, por isso, a campanha pretende “fazer uma grande corrente, a fim de gerar uma mudança real de comportamento na sociedade brasileira. Uma mudança tanto na hora de produzir alimentos, quanto na hora de consumir”, afirma Conti.
Clique aqui para baixar o panfleto da campanha.
Clique aqui para baixar o panfleto da campanha.
FONTE: Boletim MST-Rio 17 - http://renajorp.net/mstrio/movimentos-se-encontram-na-universidade-para-a-ii-feira-de-todas-as-lutas/
sábado, 9 de abril de 2011
O GRUPO DE AGRICULTURA ECOLÓGICA DA RURAL- RJ
O Grupo de Agricultura Ecológica nasceu em 1983 na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Composto principalmente por estudantes das áreas agrárias, surgiu com uma proposta de estudar, praticar e difundir a Agroecologia dentro e fora do campus. Tal proposta reflete a real demanda desses estudantes por conhecimentos alternativos aos da grade curricular imposta pela universidade.
Sendo assim, o grupo se reune semanalmente para estudar e discutir as aplicações do modelo agroecológico, assim como suas implicações no contexto rural brasileiro, levantando uma série de questionamentos acerca do modelo tecnológico de desenvolvimento rural implantado no país.
o Grupo intera os conhecimentos desenvolvidos dentro da academia com o conhecimento tradicional das comunidades agricultoras agroecológicas ou em processo de transição.
Durante esses mais de vinte anos o GAE vem abordando o tema da Agroecologia através de atividades como: vivências agroeoclógicas, crusos de itnrodução à agroecologia, palestras, seminários, biblioteca, manejo de áreas dentro da universidade. trabalhos de extensão em comunidades, cursos, mutirões, etc.
O GAE inicia hoje esse blog, para divulgar suas ações ,apoiar e se conectar com outras experiências .
Sejam bem vindos para se comunicar!!!
Na Luta por uma vida Ecológicamente Equilibrada, Socialmente Justa e Economicamente Viável.
"Estudar, Praticar e Difundir a Agroecologia"
GAE
Sendo assim, o grupo se reune semanalmente para estudar e discutir as aplicações do modelo agroecológico, assim como suas implicações no contexto rural brasileiro, levantando uma série de questionamentos acerca do modelo tecnológico de desenvolvimento rural implantado no país.
o Grupo intera os conhecimentos desenvolvidos dentro da academia com o conhecimento tradicional das comunidades agricultoras agroecológicas ou em processo de transição.
Durante esses mais de vinte anos o GAE vem abordando o tema da Agroecologia através de atividades como: vivências agroeoclógicas, crusos de itnrodução à agroecologia, palestras, seminários, biblioteca, manejo de áreas dentro da universidade. trabalhos de extensão em comunidades, cursos, mutirões, etc.
O GAE inicia hoje esse blog, para divulgar suas ações ,apoiar e se conectar com outras experiências .
Sejam bem vindos para se comunicar!!!
Na Luta por uma vida Ecológicamente Equilibrada, Socialmente Justa e Economicamente Viável.
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